E ontem chorei às pampas no programa do Netinho... É, podem rir! ;oP
Gosto muito do trabalho dele. Dá pra perceber nitidamente que ele se emociona com os casos, não é como o Gugu, que força o choro até não poder mais. Ele tem uma ótima participação social com os seus projetos na Cohab. E, no programa, não passa a mão na cabeça de quem participa dos quadros, dizendo "Ó, coitadinho de você que é negro e pobre!". Muito pelo contrário, ele fala muitíssimo bem e dá várias lições de vida. Até esculacha, se precisar.
Pois ontem ele premiou a família de uma moça do Jaçanã, naquele quadro "Um Dia de Princesa". No final, quando a família toda se reúne para jantar, apareceu uma tia da moça dizendo que o filho dela estava viciado e pediu tratamento. Eles conseguiram uma clínica, estudo e emprego para o rapaz. O Netinho disse que se ele não se esforçasse para melhorar e fizesse sua mãe chorar novamente, ele estaria ofendendo a raça deles e que eles iriam se entender "na mão".
Só que no encerramento do programa, quando a família aparece no estúdio, Netinho dá a triste notícia que o rapaz foi assassinado. A essa hora eu já estava chorando tanto que não entendi direito. Pelo que eu entendi, foi a polícia que o matou. Logo em seguida, aparece a mãe dele, obviamente abaladíssima! E o Netinho, tão chocado quanto, tanto que encerrou o programa logo depois, sem o musical. Terrível!
Sim, claro que como é uma emissora comercial, esse lado trágico é explorado ao máximo por causa da audiência... É o filão do anônimo na TV, que já mostra até uma certa queda de interesse devido ao desgaste da fórmula. Mas, por outro lado, é muito bom isso ser mostrado na TV, para o povo não ficar achando que no Brasil tudo é lindo e maravilhoso e que não existe guerra. Como não existe??? Ingenuidade, burrice ou hipocrisia falar uma coisa dessas, me desculpem!
E eu ainda reclamando das minhas futilidades nesse post abaixo... Dá até vergonha... :-P
segunda-feira, outubro 01, 2001
Será que vai chegar o dia em que vou pagar R$ 24,00 por uma pizza e R$ 2,50 num suco de laranja e não ficar com peso no bolso e na consciência?
Será que vai chegar o dia em que vou poder comprar um mísero CD sem ter que fazer milhares de contas antes?
Será que vai chegar o dia em que uma simples viagem a um festival de rock não vá causar um rombo no meu orçamento durante o ano inteiro?
Será que vai chegar o dia em que vou poder comprar sapatos em lojas que não sejam a Kallan?
Ô pobreza disgramenta!!! :oP
E aquele infeliz ainda joga o bilhete premiado da Megasena fora...
Será que vai chegar o dia em que vou poder comprar um mísero CD sem ter que fazer milhares de contas antes?
Será que vai chegar o dia em que uma simples viagem a um festival de rock não vá causar um rombo no meu orçamento durante o ano inteiro?
Será que vai chegar o dia em que vou poder comprar sapatos em lojas que não sejam a Kallan?
Ô pobreza disgramenta!!! :oP
E aquele infeliz ainda joga o bilhete premiado da Megasena fora...
E sábado fui no aniversário de uma amiga do Hector, a Gláucia. Só tinha professor, era a turma dele de Letras. A Flávia, uma das mulheres, dá aula para 8ª série em uma escola estadual em Cubatão, uma classe terrível! Eis que um dia, um demo-aluno, pergunta para ela: "Professora, que barriga é essa? Tá grávida?". Eis que a Flávia, não se fez de rogada e respondeu: "É cocô!" *LOL
Putz, era cada história hilária!!! Só faltou no final eles falarem: "E o salário, ó!!!" O Hector achou que depois dessa eu não iria querer mais saber de dar aula. Que nada, fiquei com mais vontade ainda! *rss
É por isso que adoro filme de escola e me emociono até hoje com "Ao Mestre, Com Carinho". *rss Tá no sangue mesmo, minha bisavó, minha vó e minha mãe eram professoras! Ô, sina!!! ;-)
Putz, era cada história hilária!!! Só faltou no final eles falarem: "E o salário, ó!!!" O Hector achou que depois dessa eu não iria querer mais saber de dar aula. Que nada, fiquei com mais vontade ainda! *rss
É por isso que adoro filme de escola e me emociono até hoje com "Ao Mestre, Com Carinho". *rss Tá no sangue mesmo, minha bisavó, minha vó e minha mãe eram professoras! Ô, sina!!! ;-)
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